Com a Nova Previdência, mais de 3 milhões de brasileiros com idade entre 60 e 64 anos poderão ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) nos próximos dez anos. Hoje o benefício é concedido apenas para pessoas com 65 anos ou mais. O detalhamento das propostas que a Nova Previdência faz para o BPC
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Marinho: Nova Previdência torna sistema mais equilibrado e acaba com injustiças
Proposta para tornar o sistema previdenciário mais equilibrado e eficiente, a Nova Previdência é um instrumento para acabar com injustiças na concessão de aposentadorias e pensões no Brasil, onde boa parte da população recebe pouco, e poucos têm benefícios mais elevados. Estas são as opiniões do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, durante
Governo lança a campanha ‘Nova Previdência. Pode Perguntar’
O governo federal lançou nesta segunda-feira (20/5), no Palácio do Planalto, a campanha “Nova Previdência. Pode Perguntar”. Com várias ações de comunicação focadas nos mais diversos públicos, a campanha tem o objetivo de esclarecer dúvidas da população, de forma clara e objetiva, sobre a modernização do sistema previdenciário que está sendo proposto pelo governo. O presidente
Secretário de Previdência afirma que capitalização vai beneficiar os mais pobres
O sistema de capitalização proposto na Nova Previdência vai privilegiar os mais pobres e reduzir as desigualdades na distribuição de renda no país, segundo o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim. Durante audiência pública com foco na capitalização da Previdência, na Comissão de Direitos Humanos do Senado, nesta segunda-feira (20/5), ele explicou
Leonardo Rolim: Não faz sentido o Brasil subsidiar a previdência dos mais ricos
O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, detalhou nesta quarta-feira (15), em audiência pública na Câmara dos Deputados a proposta de mudança do Regime Geral de Previdência (RGPS) prevista na Proposta de Emenda à Constituição 06/2019, da Nova Previdência. Rolim advertiu que o sistema atual é insustentável, com déficits crescentes. “Só no